A região Norte do Brasil, especialmente o Pará, perdeu uma figura importante com a morte de Déa Maiorana, presidente do Grupo Liberal. Nascida em Monte Alegre, no oeste do Pará, Déa teve uma infância marcada por desafios, mas superou obstáculos e se tornou uma mulher de destaque na comunicação paraense. Ao lado de seu marido, Romulo, ela foi fundamental no desenvolvimento da comunicação no estado, contribuindo para a aquisição do jornal O Liberal em 1966.
O legado de Déa Maiorana vai além de sua contribuição para a comunicação. Ela também foi uma mulher de grande coragem e determinação, que enfrentou desafios e superou obstáculos ao longo de sua vida. Sua história é um exemplo inspirador para as mulheres da região Norte, que buscam fazer carreira em áreas tradicionalmente dominadas por homens.
A morte de Déa Maiorana é um grande prejuízo para a região, mas seu legado permanecerá vivo. O Grupo Liberal, que ela presidiu, continuará a ser uma importante fonte de informação e comunicação para a população do Pará e da Amazônia. Além disso, a história de Déa Maiorana servirá como um exemplo para as futuras gerações de mulheres que buscam fazer carreira na comunicação e em outras áreas.
O velório de Déa Maiorana ocorrerá em São Paulo, onde ela recebia cuidados médicos. A causa da morte não foi divulgada pela família. No entanto, é certo que sua morte deixará um grande vazio na região Norte, especialmente no Pará, onde ela foi uma figura importante na comunicação e na sociedade.
A região Norte do Brasil, especialmente o Pará, deve homenagear a memória de Déa Maiorana, reconhecendo sua contribuição para a comunicação e para a sociedade. Seu legado deve ser lembrado e celebrado, inspirando as futuras gerações a seguir seus passos e a lutar por seus direitos e objetivos.
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