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MPF Exige Revisão em Comitê de Riscos de Belém

Alterações no comitê geram preocupações. Medidas devem ser tomadas em 30 dias.

PublicadoCuradoria a partir deG1 ParáCompartilhar
MPF Exige Revisão em Comitê de Riscos de Belém

O Ministério Público Federal (MPF) emitiu uma recomendação à Prefeitura de Belém para revisar as alterações na composição do Comitê Gestor de Riscos e Desastres (CGRD). Essa medida é resultado de um projeto de lei aprovado recentemente, que reestruturou o comitê e excluiu instituições de pesquisa científica e representantes da sociedade civil organizada. A exclusão dessas entidades tem gerado preocupações sobre a capacidade do comitê de lidar efetivamente com os desafios de riscos e desastres na região.

A região Norte, especialmente o estado do Pará, é propensa a desastres naturais como inundações e secas, tornando a existência de um comitê bem estruturado e diversificado fundamental para a mitigação desses riscos. A presença de instituições de pesquisa científica, como a Universidade Federal do Pará (UFPA), e do Serviço Geológico do Brasil, é essencial para fornecer análises técnicas e científicas que ajudem no planejamento e na tomada de decisões.

Além disso, a participação da sociedade civil organizada é crucial para garantir que as necessidades e preocupações da comunidade sejam consideradas no processo de planejamento e resposta a desastres. A recomendação do MPF para a reinclusão dessas entidades no comitê é um passo importante para assegurar que o CGRD esteja equipado para enfrentar os desafios que a região enfrenta.

A Prefeitura de Belém tem um prazo de 15 dias para informar se acata a recomendação do MPF. A comunidade aguarda com expectativa a resposta da prefeitura, esperando que as autoridades municipais priorizem a segurança e o bem-estar da população, garantindo que o comitê seja composto por todas as partes essenciais para uma resposta eficaz a riscos e desastres.

A decisão da prefeitura terá um impacto significativo na região, não apenas em Belém, mas também em todo o estado do Pará. A capacidade de lidar com desastres de forma eficiente pode ser um fator determinante na qualidade de vida da população e no desenvolvimento sustentável da região.

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