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Política

Pará recebe quase R$ 3 milhões do governo federal para cidades devastadas pelas chuvas

Bragança, Óbidos e Goianésia do Pará serão contempladas com repasses emergenciais. Verba deve ser aplicada imediatamente no atendimento às famílias desabrigadas.

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Redação

24 de março de 2026

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Pará recebe quase R$ 3 milhões do governo federal para cidades devastadas pelas chuvas

Três municípios paraenses receberão um total de R$ 2,8 milhões em recursos federais destinados ao enfrentamento dos impactos causados por fortes chuvas e desastres naturais. A medida, autorizada pelo Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional por meio da Defesa Civil Nacional, foi oficializada em portaria publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial da União.

A distribuição dos recursos leva em conta a gravidade dos desastres registrados em cada localidade. Bragança, no nordeste paraense, receberá o maior montante: R$ 1.208.573,50. Óbidos, no oeste do estado, terá acesso a R$ 989.551,00, enquanto Goianésia do Pará ficará com R$ 649.282,00 para custear ações emergenciais junto à população atingida.

O Pará concentrou metade de um repasse nacional de R$ 4,5 milhões voltado a seis municípios brasileiros em situação crítica, o que evidencia a dimensão dos estragos provocados pelas chuvas na região Norte. Os três municípios beneficiados já têm reconhecimento federal de situação de emergência ou de calamidade pública, condição necessária para o acesso aos recursos da Defesa Civil.

Os critérios utilizados para o cálculo dos repasses incluíram o número de famílias desabrigadas e desalojadas, além dos planos de trabalho apresentados pelas próprias prefeituras ao governo federal. A lógica é garantir que o dinheiro chegue proporcionalmente às localidades mais castigadas, priorizando ações concretas de resposta ao desastre.

As prefeituras são obrigadas a aplicar os recursos com agilidade, voltando os investimentos ao suporte direto das famílias afetadas — como abrigo temporário, distribuição de alimentos e itens de primeira necessidade. O não cumprimento dos prazos e finalidades previstas nos planos de trabalho pode comprometer futuros repasses emergenciais ao município.

A recorrência de desastres climáticos no Pará reforça o debate sobre a necessidade de políticas estruturais de prevenção e adaptação às mudanças climáticas na Amazônia. Especialistas alertam que, sem investimentos permanentes em infraestrutura e planejamento urbano, as cidades da região continuarão vulneráveis a cada novo período chuvoso.

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Redação

Equipe de jornalismo do O Norte Diário.