No oeste do Pará, um casal de empreendedores está contribuindo para a recuperação do bioma amazônico. O biólogo Sidcley Matos Pereira e a veterinária Adna Picanço decidiram criar um viveiro florestal, o Viveiro Florestal Ardosa, em uma área antes degradada na comunidade de Jaderlândia, em Santarém. O objetivo é produzir espécies nativas da Amazônia, como açaí, cumaru e andiroba, e impulsionar o reflorestamento na região.
O Viveiro Florestal Ardosa nasceu em 2018, quando o casal buscava uma alternativa de trabalho que não demandasse tantas viagens, mas que os mantivesse na área ambiental. Com a chegada da filha Catarina, a necessidade de fixar raízes e construir algo junto se tornou ainda mais forte. 'Queremos mostrar para ela que existe um futuro sendo plantado aqui', afirma Adna Picanço.
A iniciativa do casal não apenas contribui para a recuperação do meio ambiente, mas também gera emprego e renda para a comunidade local. Além disso, o viveiro florestal serve como um exemplo de como é possível conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental. O Pará, que é o estado com a maior área de floresta amazônica, pode se beneficiar de mais iniciativas como essa, que ajudam a proteger a biodiversidade e a promover o reflorestamento.
O reflorestamento é fundamental para a região Norte, especialmente no Pará, onde a Amazônia é um dos principais ativos naturais. A perda de biodiversidade e a degradação ambiental podem ter consequências graves para a economia e a sociedade local. Iniciativas como o Viveiro Florestal Ardosa demonstram que é possível combinar desenvolvimento econômico e preservação ambiental, criando um futuro mais sustentável para a região.
O sucesso do Viveiro Florestal Ardosa pode inspirar outros empreendedores a seguir o mesmo caminho, contribuindo para a proteção da Amazônia e para o desenvolvimento sustentável do Pará. Além disso, a iniciativa pode servir como um modelo para outras regiões da Amazônia, onde a degradação ambiental é um problema grave.
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