A Universidade Federal do Pará (UFPA) foi palco de uma mobilização inédita ontem, quando técnicos administrativos fecharam os portões 3 e 4 da instituição, no campus Guamá, em Belém. A ação faz parte do 'Dia Nacional de Luta' pela categoria, que cobra o cumprimento de acordos firmados com o governo federal. Com 74 dias de paralisação em todo o país, a categoria não vê sinal de abertura de negociações por parte do governo, o que motivou a mobilização.
O movimento é uma resposta à falta de abertura de novos canais de negociação por parte do governo. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará, o governo se nega a cumprir itens acordados ainda na greve passada.
A paralisação dos serviços na UFPA tem impacto direto na região Norte, especialmente no Pará, onde a universidade é uma das principais instituições de ensino superior. A falta de negociação por parte do governo pode afetar a qualidade do ensino e a prestação de serviços à comunidade.
A categoria cobra o atendimento de 18 itens do Termo de Acordo assinado ao final da greve de 2024. A falta de resposta do governo pode levar a novas mobilizações e paralisações, o que preocupa a comunidade acadêmica e a sociedade como um todo.
A situação da UFPA é um exemplo da crise que afeta as instituições de ensino superior no Brasil. A falta de investimento e a precarização dos serviços são problemas que precisam ser enfrentados para garantir a qualidade do ensino e a prestação de serviços à sociedade.
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